A arquitetura RISC foi tratada de modo abrangente e agressivo no final da década de
80. Seus defensores diziam que os microprocessadores com um conjunto reduzido de
instruções logo apareceriam dentro dos processadores Intel x86. Até agora, a RISC ainda não colocou os pés seguramente no mercado de computadores pessoais. Há alguma razão para prever mudanças em breve? A resposta é sim e não, mas principalmente não.
Primeiro, os chamados microprocessadores RISC não apresenta , de fato, grandes
benefícios na performance se comparados com os microprocessadores denominados CISC
(Complex Instruction Set Computing). Essas vantagens teóricas foram muito ressaltadas a princípio. Um conjunto de instruções menor e mais rápido, por exemplo, também requer que mais instruções sejam executadas. Além disso, estratégias como conjuntos múltiplos de registradores e pipelining (encadeamento) não estão diretamente relacionadas a conjuntos reduzidos de instruções. Os projetos tradicionais dos processadores x86 poderiam empregar as mesmas estratégias.
Na verdade, os tais microprocessadores RISC não chegam perto dos projetos verdadeiramente RISC. Eles possuem conjuntos de instruções relativamente grandes e
complexos, se comparados com conceitos RISC "puros". Eles seriam descritos mais precisamente com a expressão influenciado pela arquitetura RISC. O resultado prático de todos esses fatos é que os processadores x86 da Intel e de um número cada vez maior de concorrentes, como a Advanced Micro Devices (AMD) e a Cyrix, conseguiram garantir sua posição contra os novos projetos influenciados pela arquitetura RISC.
A segunda razão é a falta de compatibilidade com versões anteriores. Os usuários simplesmente não querem abrir mão de tudo que já possuem.
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